Este espaço é para ser compartilhado entre aqueles que acreditam que incluir é respeitar o outro e a si mesmo, contribuindo para a construção de uma sociedade justa e plena! "Este espacio es para ser compartido por quienes creen que incluir y respetar a otros o a así mismos, contribuye a construir una sociedad más justa y plena" Prof. Saulo C Silva

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Universidade e deficiência visual - Cegueira - Cristiana Cerchiari.

Nossa consultora:
Meu nome é Cristiana Cerchiari , tenho 35 anos, e moro em São Paulo. Já dei aula de idiomas em escola pública e particular, para pessoas com e sem deficiência, além de ter atuado como tradutora e intérprete de maneira esporádica. As experiências vividas na área de planejamento educacional também foram importantes. Atualmente, sou orientanda da professora Dra. Vera Lúcia Marinelli, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, tendo como objeto de estudo a formação de professores e situações cotidianas nas aulas de línguas estrangeiras, envolvendo o professor de língua estrangeira e o aluno com deficiência visual incluído em sala de aula regular. Como sempre gostei de estudar e pude contar com o importante apoio de minha família, consegui cursar o Ensino Fundamental, o Ensino Médio e o Ensino Superior, sendo que meu desafio atual é concluir o mestrado pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.Contato: cristiana.mello@gmail.com.

Universidade e deficiência múltipla – Surdocegueira

Julho 6, 2009 · Deixe um comentário
por Alex Garcia

Meu nome é Alex Garcia, tenho 33 anos, resido na cidade de São Luiz Gonzaga, região noroeste do estado do Rio Grande do Sul. Sou graduado e pós-graduado, nível de especialização em Educação Especial pela Universidade Federal de Santa Maria – UFSM, situada na região central do estado do Rio Grande do Sul. Atualmente sou Presidente da Associação Gaúcha de Pais e Amigos dos Surdocegos e Multideficientes – AGAPASM – www.agapasm.com.br e escritor. Membro da World Federation of Deafblind. Vencedor do II Prêmio Sentidos. Rotariano Honorário – Rotary Club de São Luiz Gonzaga – RS. Líder Internacional para o Emprego de Pessoas com Deficiência – Professional Program on International Leadership, Employment, and Disability (I-LEAD) pela Mobility International USA – MIUSA. Tenho experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Especial, atuando principalmente nos seguintes temas: atendimento educacional especializado, cidadania, orientações e assessorias, metodologias, direitos, inclusão, acessibilidade e patologias para Pessoas Surdocegas.Email: contato@agapasm.com.br

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Women, Disability and Violence in Latin America and the CaribbeanCardenas, Matanzas, Cuba

EDAN meeting at the WCC assembly in Porto Alegre, Brasil 2006.
The consultation organized by the Ecumenical Disabilities Advocates Network (EDAN) 20-22 October in Cuba, will offer opportunities to share experiences and to discuss issues such as the causes and effects of violence, domestic violence or the role of women with disabilities in the church.

Twenty disabled women from Cuba itself and ten more from other parts of the Carribean and Latin America will take part.

CLIQUE AQUI PARA LER MAIS

Discapcidad: Lo que todos debemos saber




En América Latina viven aproximadamente 85 millones de personas con discapacidad, de las cuales solo 2% encuentran respuestas a sus necesidades. El logro y mantenimiento de una calidad de vida aceptable para las personas con discapacidad requiere de acciones tales como promoción de la salud, prevención de discapacidades y recuperación funcional, así como integración e inclusión social. La rehabilitación también en un componente fundamental de la salud pública, pues sin ella no se logra la equidad. Este libro se propone brindar los conocimientos básicos, elementos e intervenciones para el mantenimiento de la buena función de la persona que busca la atención del servicio de salud. Quienes hemos tenido la responsabilidad de atender a pacientes con pérdidas funcionales en la consulta clínica, sabemos que un alto porcentaje de ellos no sufrirían deficiencias o discapacidades si hubieran sido tratados por un médico con conocimientos básicos sobre las funciones inherentes a la independencia física, social, educacional y laboral. Al recalcar el reconocimiento de los riesgos, las medidas de prevención, el enfoque integral, la participación activa de la persona, su familia y la comunidad, así como el aprovechamiento de los recursos disponibles, creemos que el médico general y el equipo de salud estarán en mejor situación para enfocar las funciones de sus pacientes y reconocer el momento adecuado para consultar sobre una patología determinada con el especialista correspondiente

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O LIVRO